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O Poder da Imagem na Comunicação

Publicado em dez 6, 2012

Uma imagem, quando bem elaborada, transmite a sua mensagem de forma rápida, objetiva e direta. Às vezes, ela nos seduz a ponto de nos lembrar-mos dela após meses ou até anos. O uso de fotografias ou ilustrações em peças de comunicação é bastante comum, desde a criação das primeiras formas de representação gráfica. As imagens têm papel especial no estímulo de nossas emoções. Elas atraem o olhar e despertam os sentidos, nos induzindo ao pensamento. Se não as compreendemos de imediato, recorremos ao imaginário e às experiências vividas para desvendarmos o seu real significado. A interpretação vai depender da percepção e sensibilidade de cada pessoa. A assimilação das informações de uma imagem, muitas vezes, independe de cultura, idioma ou grau de instrução. Em peças criadas com uma língua estrangeira, por exemplo, podemos não decifrar o que dizem os textos, mas com certeza somos capazes de compreender o contexto da mensagem através de fotografias ou ilustrações. Quem já não se deparou olhando para um outdoor que, depois de certo tempo, esqueceu o que estava escrito mas se lembrava exatamente da imagem que ele continha. O processo de assimilação e retenção da informação de uma imagem acontece de forma emocional e subliminar e, por isso, é bem mais fácil do que o de uma palavra. Devido à força que ela tem para transmitir idéias ou conceitos, a imagem se torna elemento estrutural essencial nas peças de comunicação. Ela reforça a intenção da mensagem e amplia a sua permanência em nossos pensamentos. Através da emoção conseguimos convencer as pessoas a “comprarem” uma idéia. A função primordial de uma peça de comunicação, afinal, é conquistar a todos com a sua mensagem, seja para vender ou informar. E para quem ainda duvida do poder de síntese e representação de uma imagem, o ditado popular confirma: Mais vale uma imagem do que mil...

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Semiótica no Design – A teoria na prática

Publicado em dez 6, 2012

A semiótica, cuja origem vem do grego “semeiotiké” ou “a arte dos sinais”, é a ciência que estuda como os mecanismos de significação ou representação de conceitos ou idéias se processam natural e culturalmente. Um signo representa alguma coisa para alguém em determinado contexto. Uma placa de trânsito, um jingle de uma mensagem publicitária, um aroma ou um sabor que provoque determinada lembrança são exemplos de signos. Segundo um dos principais estudiosos da Semiótica (Charles S. Peirce), os signos podem ser divididos em três tipos que, de forma simplificada, separamos nas seguintes categorias: representação, indicação e sugestão. Na categoria “representação”, há uma relação de proximidade sensorial ou emotiva entre o signo e o objeto em si, que pode ser representado por meio de uma imagem ou desenho. Uma fotografia, um desenho ou uma réplica em miniatura da estátua da Vênus de Milo, por exemplo, representam a própria estátua. Tais imagens mantêm uma relação de similaridade com o próprio objeto. Na categoria “indicação”, o signo dá indícios de que determinado objeto ou situação existe. Para que ele seja reconhecido, é necessário que a pessoa tenha um conhecimento prévio. Uma pegada na areia é um “indício” de que alguém passou por ali. Uma fumaça indica que há fogo. Para que tais situações sejam compreendidas, é importante saber que toda fumaça surge normalmente de um fogo e que pegadas são feitas por pessoas ou animais. Ou seja, através de um indício tiramos nossas conclusões. A terceira categoria é a “sugestão”, ou seja, o signo sugere uma associação de idéias pré-estabelecidas e pode ser interpretado por todos como se referindo a um determinado objeto ou contexto. Uma aliança de casamento rapidamente pode ser associada à instituição casamento. A estrela de Davi é associada ao Judaísmo. Entretanto, apesar de alguns signos serem reconhecidos por uma maioria, há outros que são compreendidos somente dentro de um determinado grupo ou contexto (religioso, cultural etc.). A semiótica, quando aplicada aos projetos de design, auxilia na pesquisa de significados que possam ser atribuídos a cada produto. Visto pela ótica da semiótica, todo produto de design é um portador de representações, ele transmite sensações e emoções por meio de...

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Embalagem: diferencial estratégico em um mercado competitivo

Publicado em dez 6, 2012

As primeiras embalagens surgiram da necessidade de proteger, conservar e transportar alimentos. Elas preservavam os produtos, aumentando a sua durabilidade. Hoje em dia é difícil imaginarmos a vida sem elas. Estamos tão acostumados, que muitas vezes não separamos embalagem de conteúdo, considerando os dois como uma peça única. A embalagem deve identificar bem o produto, expor suas características e transmitir todas as informações necessárias com boa legibilidade e clareza, facilitando o entendimento do consumidor. Ela deve oferecer também proteção adequada ao produto e permitir uma boa acomodação nas prateleiras. O design da embalagem influencia a nossa escolha muito mais do que imaginamos. Além de fornecer informações sobre o produto e protegê-lo, ela é uma importante ferramenta de vendas, pois está presente em um momento decisivo, onde o cliente concretiza a sua compra. Ela deve ter apelo de mercado, já que a maioria dos produtos não tem comunicação de apoio e dependem exclusivamente dela para competir no mercado. O uso correto de imagens, cor e tipografia e a escolha adequada dos materiais fazem com que ela agregue valor e significado ao produto, tornando-o mais atraente e desejado. A embalagem é tão marcante e presente em nossas vidas que compramos produtos muitas vezes em função dela. Quando analisamos produtos similares e ainda continuamos com dúvidas, um dos fatores que define a nossa preferência é a embalagem. Optamos sempre pelo produto que se apresente melhor ou que aparente ter qualidade superior. E as embalagens vão se adaptando para acompanhar a aceleração da vida moderna. Por conta do agitado dia-a-dia, em que realizamos mais de uma atividade ao mesmo tempo e acabamos consumindo produtos ao longo do nosso trajeto, as embalagens são desafiadas a seguir estas mudanças. Em função disso, novas soluções são lançadas no mercado, visando ao aumento da praticidade para o consumo de diversos produtos. São embalagens que podem ser seladas novamente ou que contêm quantidades menores do produto, embalagens de bolso, embalagens para consumo individual, embalagens que podem ser aquecidas e consumidas diretamente… elas vão se moldando a novos estilos de vida e diferentes comportamentos de consumo. Algumas embalagens são muito bem elaboradas que acabam até tornando-se artigos de luxo....

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A influência das cores em nossa rotina

Publicado em dez 6, 2012

Imagine um mundo totalmente em preto e branco. Ou como se tudo estivesse dentro de uma escala de cinzas. Certamente teríamos uma percepção mais limitada de nossa realizadae. As cores são essenciais para a nossa vida. Elas transmitem sensações diversas e nos alimentam de emoções as mais variadas possíveis. Seus efeitos são tão potentes que artistas, designers, arquitetos e criadores de um modo geral buscam compreender cada vez mais sobre psicologia da cor, para criar situações específicas na percepção humana. No design, as cores desempenham um papel fundamental. Elas influenciam a forma como percebemos uma mensagem e como nos recordamos dela mais tarde. Elas são um mecanismo visual muito forte. As cores possibilitam infinitas combinações, devido ao grande número de tonalidades. Utilizadas separadamente, ou combinadas, são capazes de gerar emoções bem diferenciadas. Se observarmos bem marcas e produtos a nossa volta, vemos que a escolha da cor geralmente está relacionada ao tipo de serviço que é oferecido ou à função a qual o produto é destinado. Isso porque cada cor irá produzir determinado efeito, que pode ser completamente diferente dependendo da combinação que for utilizada. Um exemplo bem marcante é a forte utilização do vermelho em marcas de redes de alimentação fast food. O vermelho está associado ao calor e à excitação, é capaz de estimular o apetite, por isso é usado para atrair o paladar das pessoas e despertar o desejo de consumo. Já em marcas de empresas que exigem maior ênfase em confiança, segurança e seriedade, como bancos, companhias de automóveis, seguradoras e empresas de tecnologia, o azul é uma das cores dominantes, por passar a idéia de confiabilidade e segurança. O verde representa a vida na maioria de suas aplicações, é ligado à natureza, ao meio ambiente e ao ecológico. Por isso normalmente é a cor escolhida para representar empresas ou produtos ligados à natureza ou à sustentabilidade. As cores são tão marcantes, que muitas vezes podemos não lembrar o símbolo de uma marca ou de um produto conhecidos, mas certamente conseguimos dizer as suas cores. Alguém tem dúvidas de qual é a cor da Coca-Cola? Ou da Pepsi? Ou do Mc Donald’s? Cada cor tem suas...

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Sinalização: Por onde devo seguir?

Publicado em dez 6, 2012

Sempre que surge esta dúvida, buscamos elementos de orientação para nos localizarmos e definirmos qual será o caminho mais adequado. Fazemos escolhas diante de um sistema de símbolos que é apresentado à nossa frente. A escolha certa ou errada depende muitas vezes da eficiência de um bom sistema de sinalização. Se não compreendemos bem a informação que é transmitida e continuamos com a dúvida, certamente não houve um bom planejamento durante a concepção deste sistema. Todo sistema de sinalização deve orientar de forma rápida e sucinta, fornecendo informações claras, simples e diretas, que sejam facilmente compreendidas, para organizar bem os espaços. Ele não pode gerar dúvidas, mas deve orientar o fluxo de pessoas de forma adequada, para que todos possam locomover-se e encontrar o que procuram. Um projeto de sinalização deve ser de fácil reconhecimento por pessoas com padrões culturais diferentes. Lugares com grande fluxo de gente, que recebem pessoas de várias partes do mundo, como aeroportos, rodovias internacionais, shoppings e pontos turísticos, exigem um projeto de sinalização muito bem elaborado, que preveja as mais variadas interpretações possíveis. Você já se imaginou estar perdido em um aeroporto no exterior, em um país que você não fala a língua e que tem uma cultura bem diferente da sua? A compreensão errada de determinado sinal ou símbolo pode ocasionar a perda de um vôo, acarretando atrasos na viagem. Em situações semelhantes a essa, a linguagem simbólica se torna imprescindível. A representação gráfica de local para “embarque” e “desembarque” pode ser facilmente traduzida. Para isso, são criados padrões formais universais que sejam facilmente reconhecidos para determinado tipo de atividade, local ou serviço. A construção de um sistema de sinalização envolve a criação de elementos gráficos, como pictogramas e setas, e a aplicação de textos em uma tipografia específica. O texto pode ser formado a partir da escolha de uma fonte já pronta, de uma adaptação ou também a partir do desenho de uma nova fonte. A definição da tipografia é imprescindível para o entendimento da informação em questão. Para isso, deve ter boa visibilidade e leitura, ou seja, deve ser vista a uma determinada distância e as formas de suas letras não...

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A marca de uma empresa e a sua identidade visual

Publicado em dez 6, 2012

Todos nós sabemos bem o que representa uma marca e a influência que ela pode exercer em nossas escolhas. Ao acordar interagimos com inúmeras delas mesmo sem sair de casa. Produtos de higiene, alimentos que consumimos, uma grande variedade de itens que refletem nossas preferências. E por que não dizer que nos atraíram para que os desejássemos? Marcas fazem parte de nosso universo visual e têm a sua imagem formada a partir da percepção que temos delas. Essa imagem é construída principalmente pela união de três fatores: experiência pessoal, meios de comunicação de massa e nossas relações pessoais. Ou seja, imagem pode ser entendida como o que a empresa aparenta ser, como ela é percebida pelas pessoas. A marca é formada assim por um conjunto de valores objetivos e subjetivos, que foram se somando a partir de cada interação única entre cliente e produto. E de que forma essa empresa, produto ou serviço pode se apresentar aos seus antigos e futuros clientes? Através de sua identidade visual. A nossa identidade define de maneira geral quem somos. Ela indica nossa origem, nosso nome e “imagem”. É a forma que temos de nos “apresentarmos” formalmente à sociedade. Essa comparação bem sucinta nos ajuda a transferir os mesmos elementos para a empresa, produto ou serviço. Através de sua identidade visual, eles podem “materializar” seus valores objetivos e subjetivos. Elementos institucionais da Identidade Visual Toda marca precisa de um nome. Que pode ser escrito de diversas formas, utilizando uma tipografia já existente ou criando um padrão novo. A essa forma personalizada de escrever o nome chamamos de logotipo. A marca muitas vezes é formada por um elemento gráfico que sintetiza determinada idéia. Esse elemento é conhecido como símbolo. À junção de logotipo e símbolo são acrescentadas as cores padrão que representam a marca. A cor é tão importante quanto os primeiros elementos descritos acima. Ela é a primeira a ser percebida à distância e é responsável por derivar todo o padrão cromático presente na empresa, produto ou serviço. Completando esses três itens e também de igual relevância, vem a família tipográfica institucional, que é a tipologia padrão utilizada para escrever todas as informações...

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